Como integrar luz artificial e luz natural em um projeto

11 de janeiro de 2021

Entender a maneira como a luz se comporta em cada cômodo é um dos principais desafios nos projetos de construção e decoração. Para isso, pensar em integrar a iluminação artificial e natural é uma solução para agregar mais sustentabilidade e economia aos ambientes, além de garantir a funcionalidade e bem-estar dos usuários.

Pendente Led BUMA (REF: D1397)

Nesse contexto, separamos algumas dicas para planejar um projeto luminotécnico que inclua essa conversa entre os dois tipos de luz. Confira:

Estudo do espaço

Para montar um projeto funcional e econômico é necessário separar um período prévio de estudo do espaço. Dessa forma, o profissional poderá entender como funciona a distribuição de luz solar em cada ambiente e, assim, criar circuitos de iluminação artificial nos locais corretos – conforme a necessidade de cada empresa ou residência.

Esse estudo deve ser detalhado e aprofundado, analisando as possíveis diferenças de iluminação em todas as épocas do ano para adequar todo o projeto.

Conceito do projeto

Além funcionalidade, também é preciso estar atento ao conceito do projeto e a finalidade do ambiente. Afinal, a iluminação é capaz de criar diferentes cenários para um mesmo espaço, podendo dar um tom mais aconchegante em alguns momentos e mais prático em outros, por exemplo. Por isso, o profissional deve analisar as sensações que deseja transmitir e como pode traduzi-las com o uso complementar de luzes artificiais.

Abuse da luz natural

Um local com grandes aberturas de luz faz toda a diferença na hora de transmitir bem-estar. Para isso, há uma variedade de opções que você pode escolher e que se complementam para criar um ambiente ideal. As janelas são as mais tradicionais opções, podendo variar o tamanho desde pequenas aberturas até os charmosos janelões.

Outra opção cheia de personalidade é a iluminação zenital, quando são utilizados vãos na cobertura para a entrada de luz. Isso pode acontecer através de sheds, lanterins, clarabóias e átrios.

Cores a favor

O uso de tonalidades mais claras favorece – e muito! – a disseminação da luz natural, já que refletem claridade do sol. Por exemplo, para um estilo mais clean aposte em um teto claro que, ao contrário de um pendente, não criará sombras no espaço. Dessa forma, é possível trabalhar com peças mais delicadas e minimalistas, como os downlights, da linha Power Lux, ou os spots recuados.

Arandela Samen (REF: D11281)

Essa dica vale ainda para quem deseja uma iluminação mais difusa com o uso de sancas e perfis embutidos sem que ela contraste tanto com a luz natural, criando uma transição bem suave entre uma e outra. No décor, vale investir em itens pontuais, como o trilho de spots, para destacar alguns objetos.

União de luzes

A luz artificial pode – e deve – complementar a luz natural. Os escritórios e home offices são grandes exemplos dessa mescla. Nesse espaço, é muito comum que a grandes aberturas sejam a fonte de iluminação principal, que é complementada por peças pontuais, como abajures, pendentes ou perfis de embutir.

Pendente BUCKET (REF: D11285)

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